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SFT MCHN

remix & mashup blog

Não o estilo, mas a banda/projeto.

Johnny Marr, guitarrista dos Smiths de um lado, e Bernard Sumner, vocalista, tecladista, guitarrista e co-produtor do New Order do outro.

Participações esporádicas de Neil Tennant, vocalista do Pet Shop Boys.

O legal do som da banda é justamente a mistura de todas as referências dessas 3 bandas.

Mais dos Smiths e muito mais do New Order do que do Pet Shop Boys.

Os Smiths tornam-se presentes nas pegadas de guitarra obviamente, mas também num “lirismo musical” muito legal que combina muito com o bom gosto do Bernard Sumner em achar timbres e criar sequencias de teclados que acabam virando riffs como alguns riffs de guitarra dos mais famosos do mundo.

Vejam aqui 3 que separei pela relevância de cada uma delas.

A primeira foi a primeira a fazer sucesso.

De 1989, Getting away with it.

Arrebentou. Mesmo. Foi foda. Todo mundo amava essa música.

O riff de piano na música toda e o arranjo de cordas (de verdade) no final são de quebrar a bunda.

Depois uma outra de um segundo CD, Get the message.

Aí vc consegue perceber bem as influências de cada um deles na musica. Um pouco da guitarra do Marr, as bases do Sumner, mas tudo meio misturado, cada um palpitando no trabalho do outro. O resultado é esse. Tem vocais da Denise Johnson, back do Primal Scream rolando a música toda.

E prá fechar uma meio desconhecida, mas chegou até a tocar aqui no Brasil.

Trilha sonora do filme/animação Cool World, com participações de Kim Basinger, Brad Pitt e mais um monte de gente cool da época (o filme).

A música é essa. Mais com cara de Pet Shop Boys, não só pelo vocal, mas pela timbragem dos teclados.

Disappointed.

Tudo de bom,

Billy.

PS_Esse som foi um dos grandes “faz cabeça” da minha vida. Ouço até hoje e ainda acho interessante. Lógico que a produção toda ficou ultrapassada, mas foi um marco de época forte.

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Depois daquele fiasco da tiazinha dizendo que era a “primeira DJ de iPad” (nesse post AQUI), o tempo e a paciência das pessoas nos trouxe finalmente alguns protótipos caseiros (mas bacanas) de controladores para  Traktor e  Serato.

O mais simples porém funcional que achei por aqui é esse pro Traktor.

O design é tosco, não tem um monte de luzinhas coloridas e divertidas, mas parece ser um dos que é mais intuitivo e funcional.

Um outro, só que dessa vez prá Serato, é esse aqui. Mais bem feito, mas parece que não funciona direito. O cara fica tentando subir e descer o pitch mas a gente não nota a diferença. Ele mesmo fica meio puto…

Um outro tosco, com cara de tela de pedidos do McDonald’s, mas que parece funcional é esse aqui. Tá na fase do “botaozinho qualquer nota”, mas a funcionalidade parece ser boa. O botão de play no canto inferior esquerdo matou a pau.Qualquer problema, aperta lá que tá tudo resolvido. Fora que a mix do cara é mais bacaninha. Tem samples, loops bacanas, etc.

Bom, legal.

Mas eu ainda gosto desse aqui. Mesmo não usando mais faz tempo, ainda gosto.

Coisa de velho.

Tudo de bom,

Billy.

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Se vc chegou até aqui e não gosta de Drum’n’Bass não saia!

Leia e ouça o som até o final.

Pendulum – Immersion.

Novo trabalho do grupo de Drum’n’Bass/rock australiano.

Sim, eles não são só Drum’n’Bass. Eles são rock, eletronica, dance, hip-hop, lo-fi e muito mais.

Participações de Liam Howlett do Prodigy, do produtor inglês Steven Wilson e do In Flames, uma banda sueca de heavy-metal que vc conhece mais clicando AQUI

Apesar da tônica do album ser Drum’n’Bass, eles tem uma pegada pop meio nervosa que é muito bacana.

Não é só barulho e batidão. Tem letra, melodia, cara e corpo.

Vale a pena ouvir inteiro. Prá ouvir e ver, o link é este AQUI.

Os caras da banda

Os caras da banda

Fiquem aqui com The Island Pt.I (Dawn), que não é Drum’n’Bass e tem chances de chegar em pistas mais conservadoras.

E também com The Vulture, mistura de electro com rock com mais um monte de associações livres.

Pegada “chutação” do jeito que eu gosto.

hahahaha.

E também com o video oficial do primeiro single do album, Watercolour, que já bateu número 4 nas paradas inglesas. Se é que isso importa alguma coisa…

Sim, essa é bem Drum’n’Bass. E é gênio.

Tudo de bom,

Billy.

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Produtores londrinos de drum’n’bass.

Nunca fui fã de drum’n’bass acredito porque não sei como dançar ou até balançar a cabeça no ritmo.

Mas essa Pieces, de 2008, com participação de Plan B eu gostei.

Uma pegada meio folk meio London 60’s no começo, e depois vem a chutação.

Acho que hoje em dia o drum’n’bass está para o Pogo assim como 51st State of America do New Model Army estava para isso na década de 80.

Será ?

Preciso ir numa balada drum’n’bass prá conferir se rola a chutação.

Tudo de bom,

Billy.

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Em 2006 uma amiga que mora em Londres, a Yami, passou esse link aqui.

Vejam, ouçam e entendam o que ela consegue fazer sozinha ao vivo.

Achamos eu e @mellancia um puta som genial e fomos procurar mais sobre a cantora.

Ela era 50% do projeto FrouFrou, que gravou musicas para Shrek, The O.C., Heroes entre outros.

Mas isso não é importante.

O som solo dela é muito bacana. Voz legal, inovações interessantes, e tudo muito bem divulgado no Twitter, no site e em outros sites como o SoundCloud.

O último projeto dela foi lançado em Agosto de 2009, e quem segue a própria no Twitter (@imogenheap) conseguiu acompanhar todo o processo criativo, tudo que rolou nas gravações, os stresses, as coisas legais. Foi bem interessante.

Prá ouvir o disco novo, Ellipse, vá até o site dela AQUI

Muito bacana.

E aqui vc vê e ouve First Train Home, desse novo álbum.

Tudo de bom,

Billy.

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Há 30 anos atrás, nesse dia 18 de Maio, Ian Curtis subia numa cadeira com uma corda no pescoço e ficaria lá pendurado até sua esposa achar o corpo no dia seguinte.

Ele tinha epilepsia, uma série de transtornos mentais e psicológicos, problemas de relacionamento, e uma das cabeças mais incríveis e geniais de sua época.

Deixou um legado de letras extremamente interessantes, cortantes, poéticas e de uma beleza pouco vista no pós-punk inglês.

Prá entender Joy Division tem que ouvir.

Prá ouvir tem que gostar.

Cria-se um paradoxo.

Tem que ter paciência, mas aos poucos vc percebe que muito do que ouvimos hoje em dia tem muito da fonte original.

É a banda que eu mais gosto. De todos os tempos. Aprendi a ouvir e a gostar nos meus 14 anos. Não parei até hoje. Tenho tudo q vc possa imaginar sobre eles, musicalmente falando.

E se não fosse o suicídio de Ian Curtis não teríamos New Order. Simples assim.

Quer começar a entender Joy Division ?

Veja e ouça a mais famosa de todas, depois a mais bonita de todas (uma das) e uma das mais representativas de todas.

Love Will Tear us Apart

Atmosphere

Transmission

E mais uma de canja, Day of The Lords. Bacana de tocar, tensa, densa, nervosa.

Tudo de bom,

Billy.

PS_Legal ver todos os New Order mocinhos nos clipes.

PS2_Há 5 anos atrás, no dia 17, fiz um mini-especial do Joy Division no Programa ADD.

Ouça aqui uma passada rápida de algumas músicas bacanas deles.

Tudo de bom de novo.

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Banda bacana que figura entre as mais hypes do Hype Machine. Carcule só….

Junção da Alisson Mosshart do The Kills, com o Jack White do White Stripes, Dean Fertita do Queens of the Stone Age e o Jack Lawrence do Racounteurs.

Ano passado já lançaram um álbum, e semana passada saiu o Sea of Cowards, que, numa pegada rock 70’s temos “Die by the Drop”.

Lembra Jimi Hendrix com Led Zeppelin, The Who e com uma pegada White Stripes, Raconteurs, The Kills e Queens of the Stone Age (óbvios esses últimos).

Os vocais com overdrive dão o clima da música. Lembra também Black Crowes.

Ouve/vê aí:

Curiosidade.

Eles regravaram essa aqui do Gary Numan de 1979, Are Friends Electric ?

A regravação ficou assim:

Não sei se eu tô numa fase mais hard, mas eu curti muito esse som.

Lembra adolescência, rebeldia, mas ao mesmo tempo um som bem feito e bacana de se ouvir.

Tudo de bom,

Billy.

PS_Quer ouvir/saber mais? Clique AQUI

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