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SFT MCHN

remix & mashup blog

Anotem esse nome.

Whitelabel.net

Acesse por AQUI

Na verdade entendam o que é isso.

Prá quem não conhece (e imagino que muita gente não conheça), essa é uma pagina a princípio para download de música.

Se vc compra um software da Serato (software prá DJ mixar no computador, coisa profissa) vc garante seu acesso ao site.

Serato com controladora NS7

Serato com controladora NS7

Lá vc ouve e baixa um MONTE de música, tudo tagueado bonitinho, por estilo, bpm, duração, etc, etc, etc.

Por exemplo, um print de uma página de Dance de hoje, Sexta 30/8/10

Sim, tá lá! E tem mais um monte. David Guetta, Flo Rida, Benny Benassi, etc, etc.

Vejam os mais baixados de cada categoria aqui nesse print:

Um monte de nome conhecido, certo ?

Muito bom!

Aí vc pensa “bom, então tá tudo liberado, né ? É só eu acessar isso aí e começar a baixar as musicas pro meu computador, tudo arrumadinho, sem perigo de virus, vai ser uma loucura uhú !”.

Negativo.

Quando vc baixa eles te avisam:

“This song in Serato software will play at 320 kbps. In all other softwares will be in 32 kbps”.

Ou seja, tem que ter o software e ficar com a música lá dentro prá ouvir com qualidade.

Qual o intuito disso ? Fomentar o DJ a ter as músicas legais, os lançamentos interessantes, prá quem for ouvir na balada se interessar e comprar as músicas.

É a Serato entendendo o novo jogo da indústria musical e  tratando o DJ como um formador de opinião e divulgador de produtos.

Achei genial.

Tudo de bom,

Billy.

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Swedish House Mafia é a soma de Steve Angello com Sebastian Ingrosso e Axwell.

Dica do DJ @uil_

Cada um deles separadamente já é responsável por muita música que rola nas pistas, juntos (e com a participação de Pharrell) então os caras criaram isso:

O clip é gênio. Não é só a música, tem Sound Design junto. Pegada fortíssima prá levantar qualquer pista.

A versão mais achada por aí é a instrumental, mas essa com vocal coloca qualquer pista nas alturas.

Sensacional.

E prá você que se interessou pelo tecladinho branco que faz tudo isso, eis aqui um video direto da NAMM 2010 sobre o assunto:

Teenage Engineering – OP-1 @ NAMM 2010 from Neil Bufkin on Vimeo.

Prá saber mais sobre o equipamento, clique AQUI

Tudo de bom,

Billy.

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Tracey Thorn, a metade feminina do falecido Everything But The Girl.

Lembram de Missing ?

Agora em mais um disco solo.

O Zé Pedro e o Paulinho DJ que twittaram. Muito bom.

Gostei de Hormones.

No site dela vc ouve outras belíssimas. AQUI

Tudo de bom

Billy.

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Ouvi na abertura de um mixed set do Armand Van Helden.

Curti.

Mistura viajante de sons electro com samples divertidos de voz mais um riffzinho chiclete de uma cornetinha.

Óbvio que já é sucesso.

O set mixado do Van Helden vc assiste aqui (aliás recomendo muito o site de onde veio):

DanceTrippin 156: Armand van Helden @ MN2S in Klutch Miami from DanceTrippin.tv on Vimeo.

Tudo de bom,

Billy.

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O cara voltou.

Depois da sensacional trilogia que começou com College Dropout, passou por Late Registration e fechou com, obviamente, Graduation, vem aí um novo job.

Tudo bem que ele é metido, se acha o tal, pensa que o mundo gira em torno dele, mas a sonzeira é genial.

A base desse novo som, Power, vem daqui, do King Crimson. Geniais.

E o resultado, featuring Dwele, é esse:

Reza a lenda que o novo álbum chamará Good Ass Job

Que seja.

Tudo de bom,

Billy.

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Como no post anterior, naquele papo de que não tem equipamento novo ou velho que torne o set de um DJ bom ou ruim, eis aqui Sany Pitbull.

Toca discos ? CDJ ?

Não precisa.

Montagem ao vivo. Tudo numa MPC, como essa aí nos braços dele. Um monte de botão com sons.

Reinventando o funk carioca.

E prá vc que tem preconceito com o ritmo e o movimento, ouça e veja o que o Sany faz ao vivo.

Tudo de bom,

Billy.

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Sem citar nomes, até porque DJ cada um tem o seu preferido, é aquele que:

-toca a música certa

-no local certo

-na hora certa


Pode até parecer chavão, e é chavão mesmo. Mas pensem comigo e vejam o que rola prá gente tentar entender um pouco.

Tudo bem se vc gosta de Psy. Ou de House, Techno, dubstep, reggae, rock, trance, forró ou qualquer outro ritmo inventado nos últimos 4 séculos.

O que importa em um DJ é a quantidade de diversão que ele te proporciona, correto ?

Não adianta vc sair cheio de pique na noite e cair numa balada que o DJ é um lixo. Que só toca aquilo que ele quer ouvir. Ou, pior ainda, vc ir numa balada prá curtir deep house e o Dj só tocar electro.

Aí vem a explicação do primeiro ponto. O DJ que toca a música certa.

Se você vai no CTN (Centro de Tradições Nordestinas, um mega espaço aqui em SP), vc vai atrás de forró e suas vertentes. Não vai lá prá ouvir a última do Tiësto. Aliás, se o Tiësto, considerado um dos melhores do mundo, for tocar por lá, vai criar o “efeito Moisés”, que é abrir um espaço no meio da pista, igual Moisés fez com o Mar Vermelho.

Então chegamos ao segundo ponto. No local certo.

Tem DJ e lugares prá todos os gostos. É só vc procurar um pouco que vai achar.

E não acredite que vc, apreciador de rock (por exemplo), vai prá Londres curtir a Ministry of Sound achando que vai ser a balada mais louca da sua vida, que não vai ser. A Ministry, apesar de mega-famosa-hiper-badalada-uber-top-hey-hey-hey, não vai fazer a cabeça do rocker. Vai fazer a cabeça de quem curte o som que toca lá. Depende da noite, depende do DJ.

Muito bem. Dois pontos explicados. Agora vamos ao terceiro ponto.

Na hora certa.

Vc acha bacana chegar numa balada e a música mais sensacional de todos os tempos daquela semana que vc tá curtindo muito tocar as 10 da noite, quando a porta nem abriu ? Não, né ?

O bacana é vc entrar e o som te envolver aos poucos. Mesmo com a pista aberta não dá prá sair tocando só as babas logo de cara. Dá prá conjugar. Tocar um pouco as mais conhecidas, colocar algumas que vc sabe que vão casar com essas e que não vão fugir da linha que vc tá propondo, voltar prá mais babas, tocar outras, emendar com algumas antigas e algumas outras novas. Aí vc toca aquela música mais sensacional de todos os tempos daquela semana que vc tá curtindo muito. Todo mundo vai dançar. Todo mundo vai curtir.

Não dá prá entregar o jogo no primeiro tempo. Não tô aqui dizendo que vc tem que esconder o jogo, muito pelo contrário. É vc jogar de uma forma aberta, onde vc mistura as mais conhecidas com algumas outras menos conhecidas (pode até tocar pouco dessas, até o limite do “uia, vai começar a amolar”), sempre criando um crescendo, culminando naquela mega baba. Vai construindo a escada degrau por degrau.

Ou, se vc for um DJ que teve outro prá abrir (Kudos sempre prá esse DJ nessa posição inglória, o “abridor de pista” (já fiz muito disso)), já começa com a mais sensacional de todos os tempos etc, etc, etc. Aí o povo pensa “Pff, já tocou a mais sensacional agora, o que será que ele vai fazer então?”.

Aí é a hora de quebrar a bunda de todo mundo. Inventa. Cria. Supera. E faz uma puta balada prá sair exausto da cabine.

E sobre equipamento, vamos parar um pouco com esse papo de “só toco em vinyl, só uso Technics, não gosto de PC DJ”. Lógico que PC DJ, esses que baixam software pirata e ficam apertando o mouse a noite inteira, não merecem o menor crédito.

Mas se isso for o começo de um cara que tem futuro e o set dele for bom, porquê não se render um pouco ao que o cara tá fazendo ? Pô, se um amigo seu não tem grana prá começar mas conhece música prá cacete e vc gosta do que ele toca, não importa se é no vinil, no CDJ, na controladora ou no Windows Media Player. O cara vai fazer bem. Aí ele arruma grana e compra um setzinho simples. Todo mundo começou apertando os botões mais podres de todos. A gente melhora com o tempo. Só não pode acomodar.

Eu amo tocar em vinyl, começei assim (nem tinha a MKII, era uma outra mais antiga, com pitch de botão giratório, e o mixer era aquele UREI, também com botão de dial), toco atualmente em CDJ, vou mudar prá controladora MIDI + vinil e tenho certeza que a pista não vai ficar mais ou menos cheia por causa do meu equipamento. Vai ficar mais ou menos cheia dependendo única e exclusivamente do que eu tocar pro povo dançar. Simples assim.

Exemplo ? Esse tiozinho com duas pickups das mais simples da Vestax e um mixer. Dá uma ligada no que ele faz com os 45rpm antigos. O custo desse setup ? Lá fora não sai por 500 dolares. Mas quanto vale o conhecimento musical do cara ?

Tudo de bom,

Billy.

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Não o estilo, mas a banda/projeto.

Johnny Marr, guitarrista dos Smiths de um lado, e Bernard Sumner, vocalista, tecladista, guitarrista e co-produtor do New Order do outro.

Participações esporádicas de Neil Tennant, vocalista do Pet Shop Boys.

O legal do som da banda é justamente a mistura de todas as referências dessas 3 bandas.

Mais dos Smiths e muito mais do New Order do que do Pet Shop Boys.

Os Smiths tornam-se presentes nas pegadas de guitarra obviamente, mas também num “lirismo musical” muito legal que combina muito com o bom gosto do Bernard Sumner em achar timbres e criar sequencias de teclados que acabam virando riffs como alguns riffs de guitarra dos mais famosos do mundo.

Vejam aqui 3 que separei pela relevância de cada uma delas.

A primeira foi a primeira a fazer sucesso.

De 1989, Getting away with it.

Arrebentou. Mesmo. Foi foda. Todo mundo amava essa música.

O riff de piano na música toda e o arranjo de cordas (de verdade) no final são de quebrar a bunda.

Depois uma outra de um segundo CD, Get the message.

Aí vc consegue perceber bem as influências de cada um deles na musica. Um pouco da guitarra do Marr, as bases do Sumner, mas tudo meio misturado, cada um palpitando no trabalho do outro. O resultado é esse. Tem vocais da Denise Johnson, back do Primal Scream rolando a música toda.

E prá fechar uma meio desconhecida, mas chegou até a tocar aqui no Brasil.

Trilha sonora do filme/animação Cool World, com participações de Kim Basinger, Brad Pitt e mais um monte de gente cool da época (o filme).

A música é essa. Mais com cara de Pet Shop Boys, não só pelo vocal, mas pela timbragem dos teclados.

Disappointed.

Tudo de bom,

Billy.

PS_Esse som foi um dos grandes “faz cabeça” da minha vida. Ouço até hoje e ainda acho interessante. Lógico que a produção toda ficou ultrapassada, mas foi um marco de época forte.

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Depois daquele fiasco da tiazinha dizendo que era a “primeira DJ de iPad” (nesse post AQUI), o tempo e a paciência das pessoas nos trouxe finalmente alguns protótipos caseiros (mas bacanas) de controladores para  Traktor e  Serato.

O mais simples porém funcional que achei por aqui é esse pro Traktor.

O design é tosco, não tem um monte de luzinhas coloridas e divertidas, mas parece ser um dos que é mais intuitivo e funcional.

Um outro, só que dessa vez prá Serato, é esse aqui. Mais bem feito, mas parece que não funciona direito. O cara fica tentando subir e descer o pitch mas a gente não nota a diferença. Ele mesmo fica meio puto…

Um outro tosco, com cara de tela de pedidos do McDonald’s, mas que parece funcional é esse aqui. Tá na fase do “botaozinho qualquer nota”, mas a funcionalidade parece ser boa. O botão de play no canto inferior esquerdo matou a pau.Qualquer problema, aperta lá que tá tudo resolvido. Fora que a mix do cara é mais bacaninha. Tem samples, loops bacanas, etc.

Bom, legal.

Mas eu ainda gosto desse aqui. Mesmo não usando mais faz tempo, ainda gosto.

Coisa de velho.

Tudo de bom,

Billy.

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Se vc chegou até aqui e não gosta de Drum’n'Bass não saia!

Leia e ouça o som até o final.

Pendulum – Immersion.

Novo trabalho do grupo de Drum’n'Bass/rock australiano.

Sim, eles não são só Drum’n'Bass. Eles são rock, eletronica, dance, hip-hop, lo-fi e muito mais.

Participações de Liam Howlett do Prodigy, do produtor inglês Steven Wilson e do In Flames, uma banda sueca de heavy-metal que vc conhece mais clicando AQUI

Apesar da tônica do album ser Drum’n'Bass, eles tem uma pegada pop meio nervosa que é muito bacana.

Não é só barulho e batidão. Tem letra, melodia, cara e corpo.

Vale a pena ouvir inteiro. Prá ouvir e ver, o link é este AQUI.

Os caras da banda

Os caras da banda

Fiquem aqui com The Island Pt.I (Dawn), que não é Drum’n'Bass e tem chances de chegar em pistas mais conservadoras.

E também com The Vulture, mistura de electro com rock com mais um monte de associações livres.

Pegada “chutação” do jeito que eu gosto.

hahahaha.

E também com o video oficial do primeiro single do album, Watercolour, que já bateu número 4 nas paradas inglesas. Se é que isso importa alguma coisa…

Sim, essa é bem Drum’n'Bass. E é gênio.

Tudo de bom,

Billy.

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